Na segunda noite de desfiles no Rio de Janeiro mais quatro escolas desfilaram em homenagens emocionantes.
Mauro Pimentel/AFP, Pilar Olivares/Reuters, Fabiano Rocha (2), Domingos Peixoto e Guito Moreto/Ag. O Globo
A Mocidade Independente de Padre Miguel levou pra avenida um enredo homenageando a cantora Rita Lee, a padroeira da liberdade. O samba cheio de referências trouxe fantasias coloridas e sem o uso de penas pois Rita era ativista das causas animais e ainda teve espaço pra homenagear o cão Orelha, morto covardemente em janeiro num dos carros alegóricos da escola, a Beija Flor de Nilópolis, atual campeã transformou a Sapucaí em candomblé de rua com a história do ritual do Bembé e a escola trouxe carros imponentes e alas que contaram a história da tradição afro-brasileira, a Unidos do Viradouro homenageou o Mestre Ciça, um dos grandes nomes que ajudaram a construir a história do carnaval carioca com destaque pra volta de Juliana Paes ao posto de rainha da bateria depois de 18 anos e a bateria reviveu o desfile de 2007 quando subiu num carro alegórico da mesma forma que foi há 19 anos atrás. Fechando a noite a Unidos da Tijuca contou a história da escritora Carolina Maria de Jesus destacando sua obra mais marcante, Quarto do despejo. Hoje tem a terceira e última noite de desfiles com mais quatro escolas: Paraíso do Tuiutí, Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos do Grande Rio e Acadêmicos do Salgueiro.







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