Mostrando postagens com marcador Carnaval 2020. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carnaval 2020. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Unidos do Viradouro vira no fim e é a campeã do carnaval carioca







Uma virada pra lavar a alma como diz o seu samba enredo. E de alma lavada e com uma virada no penúltimo quesito a Unidos do Viradouro é campeã do carnaval carioca de 2020. A escola de Niterói que ano passado foi vice campeã chega ao seu segundo título 23 anos depois do primeiro ainda com Joaozinho Trinta como carnavalesco. Desta vez foram dois novos carnavalescos: Tarcísio Zanon e Marcus Ferreira os responsáveis por levar a Viradouro ao segundo título. O enredo vencedor fala da história das mulheres do grupo Ganhadeiras de Itapuã que lavam suas roupas em troca da alforria em Salvador. A apuração foi equilibrada com Grande Rio e Beija Flor se alternando, depois a escola de Caxias parecia que levaria, mas pecou num buraco em evolução que fez perder décimos e ficar com o vice campeonato, já a escola de Nilópolis acabou correndo e pesou na harmonia ficando em quarto lugar atrás da Mocidade Independente de Padre Miguel. O Salgueiro ficou em quinto e a Mangueira em sexto. Foram rebaixadas pra Série A a Estácio de Sá e a União da Ilha que voltam pra Série A de 2021.

Atualização: A Imperatriz Leopoldinense foi a campeã da Série A com um enredo que homenageou o compositor Lamartine Babo e que deu o título de 1981. Caíram Renascer de Jacarepaguá e Acadêmicos da Rocinha.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Águia de Ouro é a grande campeã do carnaval de São Paulo





O bairro da Pompéia esperou 43 anos para soltar o grito de campeã inédita. A Águia de Ouro é a grande campeã do carnaval de São Paulo com um enredo falando sobre o poder da sabedoria e do conhecimento. Fundada em 1976 a escola teve como melhores resultados dois terceiros lugares em 2013 e 2014. A conquista do carnaval paulista veio numa virada emocionante no quesito alegoria quando a Acadêmicos do Tatuapé liderava e duas notas baixas derrubaram a escola do topo pro quarto lugar. Foi um título na base da superação pois dois dias antes do desfile as fantasias da bateria não ficaram prontas e a comunidade se uniu e graças a uma força - tarefa tudo ficou pronto à tempo. A Mancha Verde ficou com o vice campeonato, a Mocidade Alegre terminou em terceiro, Tatuapé em quarto e em quinto a Unidos de Vila Maria que voltarão pro desfile das campeãs. Caíram pro Grupo de Acesso a X-9 Paulistana que já entrou na apuração com a perda de 0,5 pontos devido ao desencaixe de um carro alegórico e a Pérola Negra. A Gaviões da Fiel escapou de ser rebaixada. Os nossos parabéns a Águia de Ouro, campeã do carnaval de São Paulo de 2020.

Atualização: Um ano depois de cair a Vai - Vai está de volta ao Grupo Especial contando sua própria história de superação. Junto da Vai Vai a Acadêmicos do Tucuruvi retorna ao Grupo Especial em 2021.  

Três escolas pintam como candidatas a briga pelo título no segundo dia de desfiles no Rio

A segunda noite de desfiles no Rio coloca três escolas como candidatas a brigar pelo título do Grupo Especial o que pode comprovar porque no desfile da segunda sai a campeã. Mocidade, Beija Flor e Vila Isabel são fortes candidatas a briga e o páreo será duro.

Sergio Moraes (2) e Ricardo Morais/Reuters, Brenno Carvalho, Antonio Scorza, Alexandre Cassiano (2), Guito Moreto e Marcelo Theobald










Segunda noite teve homenagem à Elza Soares e o surgimento de Brasília e teve também a irreverência de Marcelo Adnet caracterizado como o presidente Bolsonaro

Abrindo a segunda noite a São Clemente trouxe irreverência ao falar de golpes e trambiques no enredo sobre o conto do vigário. O humorista Marcelo Adnet, um dos compositores do samba fez o público delirar com a imitação do presidente Jair Bolsonaro e fez até flexões em cima do carro alegórico. O Salgueiro transformou a avenida em picadeiro para contar a vida de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro que comemora 150 anos de seu nascimento. As gtrandes jornadas da humanidade foi o tema da Beija Flor inclusive com uma homenagem ao Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Os 60 anos de Brasília foi o tema da Vila Isabel e a escola recorreu à uma fábula indígena para recontar a história da criação da capital do país. A Mocidade Independente de Padre Miguel exaltou a cantora Elza Soares que teve sua história de vida contada na avenida. A Unidos da Tijuca falou de arquitetura e marcou a volta de Paulo Barros como carnavalesco da escola. A cantora Lexa fez sua estreia como madrinha de bateria, mas acabou tropeçando na pista molhada. 

Brenno Carvalho/Ag. O Globo


A Grande Rio foi escolhida como a melhor escola no troféu Estandarte de Ouro do jornal O Globo. A agremiação de Caxias levou quatro troféus: samba enredo, puxador, baianas e o troféu Fernando Pamplona. A Unidos do Viradouro ficou com o melhor enredo e comissão de frente, Vila Isabel ganhou o prêmio de melhor bateria e o casal Sidclei e Marcella do Salgueiro levaram o troféu de mestre - sala e porta bandeira. Amanhã sai a grande campeã do carnaval carioca com a apuração das notas dos jurados e vamos ver se prevalece a tradição da segunda noite ser melhor que a primeira.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Portela, Viradouro e Grande Rio se destacam na primeira noite de desfiles no Rio

A primeira noite de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro colocou três escolas como candidatas ao título: Viradouro, Portela e Grande Rio se credenciam enquanto a Mangueira faz desfile frio e sem empolgar.

Mauro Pimentel/AFP, Ricardo Moraes/Reuters, Antonio Scorza, Alexandre Cassiano, Guito Moreto (2), Brenno Carvalho (2) e Gabriel Monteiro/Ag. O Globo











Primeira noite de desfiles é marcada por um Cristo impactante na Mangueira, da volta de Paolla Oliveira na Grande Rio, pecados na Ilha e Portela levando um bom enredo

Abrindo os desfiles a Estácio de Sá falou da história da pedra, mas um festival de irregularidades das alegorias e um samba sem empolgar pode colocar a escola de volta pra Série A. A Unidos do Viradouro, vice campeã do ano passado voltou a dar mostras que está de volta entre as grandes do carnaval. A escola de Niterói empolgou as arquibancadas com um enredo sobre as mulheres negras de Salvador. A Mangueira, atual campeã voltou a impressionar com um carro alegórico de Jesus Cristo. A escola que luta pelo bi fez uma apresentação fria, o que poderá tirar o sonho do bi. Destaque para a comissão de frente com uma dramatização de cenas cotidianas da cidade. A Paraíso do Tuiuti fez um desfile regular para contar a história do inusitado encontro de Dom Sebastião com São Sebastião, padroeiro da cidade. A União da Ilha acabou fazendo um desfile atrapalhado e com muitos erros, tanto é que a escola estourou em 1 minuto o tempo limite e dificilmente escapará de sofrer punição. A Grande Rio contou a história do pai de santo Joaozinho da Gomeia e fez um desfile que pode não ter empolgado, mas tem potencial pra voltar no desfile das campeãs. Depois de dez anos ausente Paolla Oliveira voltou com tudo esbanjando beleza na bateria. Fechando o desfile a Portela trouxe o contraste entre a terra sem maldade dos índios e a selva urbana que trnsformou a cidade. Nesta segunda mais seis escolas desfilarão na avenida: São Clemente, Salgueiro, Beija Flor, Mocidade Independente, Vila Isabel e Unidos da Tijuca.

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Desfile hi tech marca segunda noite de desfiles em São Paulo

A segunda noite de desfiles do carnaval de São Paulo colocou três escolas entre as favoritas pra levar o troféu. As mensagens políticas seguiram dando o tom e a tecnologia também deu as caras.

Taba Benedicto (5)/AE, Nelson Almeida/AFP e Sebastião Moreira/EFE








Segundo dia dos desfiles foi todo hi tech com destaque pra Rosas de Ouro e a comissão de frente explosiva da Gaviões da Fiel numa ideia de Paulo Barros, carnavalesco tetracampeão no Rio

A Pérola Negra abriu os desfiles mesmo tendo problemas nas fantasias devido à perda de 40% das fantasias no temporal de 10 de fevereiro. A apresentação foi enxuta e luxuosa ao contar sobre as tribos ciganas. A história de dom Sebastião foi o tema da Colorado do Brás que fez um desfile pouco empolgante. Com o carnavalesco Paulo Barros à frente a Gaviões da Fiel incendiou as arquibancadas com um enredo para celebrar o amor e a comissão de frente com Romeus e Julietas fez pegar fogo literalmente. Como acontece em todos os anos Sabrina Sato, de volta um ano depois de ser mãe de Zoe foi aplaudida à frente da bateria. A Mocidade Alegre entrou mordida pois ano passado ficou em oitavo lugar e exaltou o poder das mulheres e dos orixás. Um dos carros alegóricos em referência à Iemanjá teve mais de 5 mil litros de água reutilizada. O poder do saber foi o enredo da Águia de Ouro. A escola trouxe pra avenida a trajetória do conhecimento humano ao longo dos tempos. A Unidos de Vila Maria trouxe um desfile hi tech para falar sobre a China e conseguiu misturar adereços clássicos com elementos digitais e levantou a arquibancada. Fechando os desfiles a Rosas de Ouro falou de tecnologia com o enredo Tempos Modernos e teve até um robô no meio da bateria. 

A apuração será na terça onde vamos conhecer a grande campeã do carnaval paulista.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Primeira noite de desfiles em Sampa tem acidente e enredos carregando tintas na crítica social

A primeira noite de desfiles do grupo Especial de São Paulo teve um festival de enredos carregando tintas na crítica social e um acidente que atrasou por 1 hora os desfiles.

Fotos de Sebastião Moreira/EFE e Taba Benedicto/AE








Primeira noite teve muitas histórias passando da cultura africana à diversidade do batuque e escolas apostaram na crítica social como fez a Tom Maior e a campeã Mancha Verde

Abrindo os desfiles a Barroca Zona Sul que volta ao Grupo Especial contou a história de Tereza de Benguela trazendo adereços referentes à cultura africana e passou á risca pelo tempo limite de 65 minutos. A Tom Maior trouxe uma alegoria gigante em memória de Marielle Franco e contou a história de anos de repressão aos negros. Trazendo o riso pra avenida a Dragões da Real falou da história do riso desde os Doutores da Alegria até Charlie Chaplin. Logo após o desfile um carro alegórico, o abre alas se enroscou num fio da rede elétrica e atrasou o desfile por 1 hora. Como a escola já havia cumprido o tempo não perderá pontos porque o acidente foi na dispersão. Defendendo o título do ano passado a Mancha Verde trouxe pro Anhembi um desfile colorido e levantou o Sambódromo com um desfile sobre a história de Jesus Cristo. A Acadêmicos do Tatuapé trouxe a história de Atibaia pra avenida. A Império de Casa Verde falou sobre a comunidade libanesa no Brasil e fechando a primeira noite já com o sol raiando a X-9 Paulistana trouxe pra avenida a diversidade na batucada nas regiões brasileiras. 

Os desfiles prosseguem neste sábado com mais sete escolas: Pérola Negra, Colorado do Brás, Gaviões da Fiel, Mocidade Alegre, Águia de Ouro, Unidos de Vila Maria e Rosas de Ouro.