Mostrando postagens com marcador Olimpíadas 2016 - Esportes olímpicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Olimpíadas 2016 - Esportes olímpicos. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Vôlei de praia

Durante todo o mês de julho aqui no Blog de knunes apresentamos os 31 esportes do programa olímpíco, os locais e os brasileiros que vão nos representar. Hoje nossa série chega ao fim e o último esporte a ser apresentado é o võlei de praia.



Esporte criado nas praias da Califórnia o vôlei de praia é esporte olímpico desde os jogos de Atlanta em 1996 com praticamente todas as regras iguais às do vôlei. As partidas são disputadas em melhor de três sets e uma dupla conquista a vitória vencendo dois sets. Os dois primeiros são disputados em 21 pontos e se necessário o terceiro set é disputado em 15 e sempre com diferença mínima de dois pontos.

As duplas podem tocar até três vezes e o bloqueio é considerado toque. O saque pode ser feito de qualquer posição na zona de saque da quadra e o jogador que fica na rede fará o bloqueio.

O local de competições

Fotos aereas da arena de vôlei de praia (Foto: GloboEsporte.com)

Não poderia ser outro lugar senão a Praia de Copacabana, o berço do esporte no Brasil. A arena montada na famosa praia tem a quadra central para os jogos, cinco de treino e duas quadras de aquecimento. A estrutura é temporária e será desmontada após os jogos.

O Brasil nos jogos



Desde Atlanta que o Brasil ganha medalhas no esporte e nossos representantes lideram o ranking e são campeões mundiais. Entre os homens as duplas que jogarão o torneio serão as formadas por Alison, medalha de prata em Londres ao lado de Emanuel e Bruno Schmidt, sobrinho do Mão Santa Oscar e Evandro e Pedro Solberg. Entre as mulheres as duplas serão Ágatha e Bárbara e Larissa, medalha de bronze em Londres terá a parceria de Talita.

A potência

Em Pequim 2008, Walsh e Misty também foram ouro (Foto: Divulgação/FIVB) Foto: Divulgação/FIVB / LANCE!

Inventores do esporte os americanos irão dar trabalho, principalmente entre as mulheres. Kerri Walsh é tricampeã olímpica junto de Misty May e agora tem como parceira April Ross e busca sua quarta medalha olímpica.

E assim chegamos ao fim de nossa série. A sorte está lançada e desde já fica o meu desejo para que seja uma excelente Olimpíada, que seja uma Olimpíada só de alegria e paz e muitas medalhas para nossos atletas do Time Brasil. Vem aí também uma supercobertura integrando o Blog de knunes, o Blog Olímpico e o FC Gols do Patryck Gandra a partir de quarta feira. Na quinta estarei no Mané Garrincha para assistir à estreia do Brasil no futebol masculino e no dia 10 com a Argentina. E todos os dias até 21 de agosto acompanharemos todos os detalhes e as disputas da Rio 2016. Até lá!

sábado, 30 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Vôlei

A série que apresenta os esportes dos Jogos Olímpicos chega ao seu penúltimo capítulo e hoje traz o vôlei.


O voleibol é esporte que está presente nas Olimpíadas desde os jogos de Tóquio 1964. Consiste em um jogo de duas equipes de seis jogadores e tem como objetivo passar a bola sobre a rede de modo com que a bola toque no chão dentro da quadra adversária evitando que o adversário faça o mesmo. Inventado pelo professor americano William Morgan no estado de Massasshucets em 1895 o objetivo inicial era evitar o contato físico entre adversários sem risco de lesões.

As partidas são disputadas em melhor de 5 sets, sendo que quatro deles são de 25 pontos e o set desempate se necessário tem pontuação de 15 pontos, caso haja empate é preciso que um time estabeleça uma vantagem de dois pontos para o encerramento de cada set. Até 1998 a pontuação terminava em 15 pontos, pois havia a vantagem. A partir de 1999 o esporte mudou sua regra e toda bola passou a valer ponto

O posicionamento dos jogadores na quadra é feito em sentido horário a cada vez que uma equipe marca ponto após receber o saque adversário. A linha de 3 metros separa a zona de defesa da zona de ataque e se um jogador pisar na linha é caracterizado como invasão e ponto para o adversário. O líbero é um jogador diferenciado e joga restrito na zona de defesa, portanto não pode atacar.

Fundamentos: Os fundamentos do esporte são seis.

- Saque: Também chamado de serviço marca o início do jogo. O jogador efetua a jogada do fundo da quadra, estendendo o braço e acerta a bola fazendo atravessar o espaço aéreo acima da rede e das antenas para a quadra adversária. No voleibol vários tipos de saque foram desenvolvidos como o saque por baixo, o saque Viagem ao Fundo do Mar e o Jornada nas Estrelas feito por Bernard Razman na década de 80 em que ele exercia uma força descomunal fazendo com que a bola ganhasse efeito e altura impressionantes numa curva parabólica confundindo a recepção do adversário. O ace é o tipo de saque em que a bola toca direto no chão.
- Recepção: é o contato do jogador com a bola no saque adversário. Sua variação é a manchete, que consiste em recepção com as mãos unidas e realizado de baixo para cima.
- Levantamento: passe feito pelo levantador preparando o ataque;
- Ataque: é o momento de definição. O objetivo é aterrisar a bola na quadra adversária. Possui várias formas como o ataque de fundo, na linha de 3 metros, paralela ou diagonal, largada, cortada, bola de xeque e explorando o bloqueio.
- Bloqueio: O objetivo é impedir o ataque do adversário por isso três jogadores ficam de frente pra rede para interceptar a trajetória da bola.
- Defesa: consiste em evitar que a bola chegue no chão. Dentre as ações praticadas estão o peixinho,o rolamento, o martelo e a posição de expectativa.



A quadra mede 18 m de comprimento por 9 de largura e é dividida por uma linha central que divide a quadra em dois lados de 9 metros. A rede é feita de material sintético com alturas variando de 2,24 à 2,43 m e a bola é feita de couro sintético com circunferência variando entre 65 e 67 cm e peso de 260 à 280 g.

O local de competições


No Complexo do Maracanã está o Ginásio do Maracananzinho, a tradicional casa do vôlei brasileiro. O ginásio foi revitalizado no Pan de 2007 e ganhou uma quadra de aquecimento reformada além de outra temporária.

O Brasil nos jogos




O esporte se tornou o segundo mais popular do país a partir da Geração de Prata no começo dos anos 80. A geração de Renan, Montanaro, William, Bernard e Amauri conquistou a medalha de prata nos jogos de Los Angeles e um dos remanescentes é o técnico da seleção masculina Bernardo Rezende, o Bernardinho. À frente do time masculino desde 2001 o técnico busca seu segundo ouro, pois foi campeão olímpico em Atenas e prata em Pequim e Londres. Agora em casa ele comanda mais uma vez a seleção que vem renovada e os destaques são Lucarelli, Eder e o líbero Serginho que resolveu voltar após sua aposentadoria. No time feminino o técnico José Roberto Guimarães que foi campeão olímpico com os homens em Barcelona e bicampeão olímpico com as mulheres em Pequim e Londres pode se tornar tricampeão com o time feminino e igualar o feito conquistado por Cuba que foi tricampeã olímpica entre os jogos de 1992 à 2000. Os destaques do time são as atacantes Sheila Castro e Jaqueline além de Thaísa, Fernanda Garay e Dani Lins.

A potência


Os Estados Unidos até os anos 80 eram uma equipe que figurava no nível secundário e assim como o Brasil subiram de nível e sempre estão entre os favoritos em qualquer competição, tanto no masculino e principalmente no feminino. Outra potência é a Rússia, principalmente na época da extinta União Soviética, mas as equipes estão em processo de transição, especialmente no feminino em que nomes como Sokolova e Gamova, o pesadelo brasileiro e no masculino com Muserskiy, que foi o carrasco em Londres devem deixar a equipe.

Amanhã a série se encerra com o vôlei de praia.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Vela

A série sobre os esportes olímpicos está chegando ao fim e hoje o destaque é para a vela.


A vela ou iatismo é um esporte onde os barcos se movem inpulsionadas pelo vento e o objetivo é completar o percurso num número de voltas específico em um tempo menor que os adversários. Estreou em Olimpíadas nos jogos de Paris 1900 e as competições são divididas em regatas em série onde os atletas acumulam pontos de acordo com sua colocação. Exemplo: o vencedor da regata soma um ponto, o segundo dois e assim por diante. A regata da medalha ou medal race reúne os dez melhores e a pontuação é duplicada e vence aquele que somar menos pontos.

O percurso de cada regata é montado quando dois barcos da organização ficam posicionados em posições paralelas formando uma linha imaginária onde a largada de cada regata é dada. Os trajetos são definidos em boias posicionadas na área de regata.

A previsão do tempo é um importante fator para definir um vencedor. As condições climáticas e de vento são determinantes na adaptação à navegação e aquele que se adaptar melhor vence a prova.

Classes 

Na Olimpíada são usadas as seguintes classes:

- Classes masculinas: Laser, 470, 49er, RS:X e Finn
Os barcos da classe Laser são cascos simples e embarcação de um tripulante. Tem comprimento de 4,23 m e peso de 59 kg, já os barcos da Finn possuem uma vela e tem comprimento de 4,5 m e 130 kg de peso. A prancha da RS:X tem 2,88 m de comprimento e peso de 30 kg. Nas embarcações com dois tripulantes o casco é simples e as velas são três com uma diferença: na classe 49er existem duas asas laterais. Os comprimentos dessas classes são: 470: 4,70 e peso de 120 kg e 49er com comprimento de 4,99 m e peso de 94 kg.
- Classes femininas: Laser Radial, 470, 49er FX e RS:X.
- Classe mista: Nacra 17. Classe que fará estreia nos jogos do Rio substituindo a classe Star. O seu catamarã tem casco duplo e três velas para uma embarcação de dois tripulantes. O seu comprimento é de 5,25 m e o peso é de 135 g.

O local de competições


A Baía de Guanabara foi alvo de muitas críticas pois tanto o governo estadual quanto a prefeitura prometeram despoluir 80% do local, mas essa é uma promessa não cumprida que ficará pra depois dos Jogos Olímpicos. As reclamações dos atletas vão por conta do alto volume de lixo flutuante e esgoto despejado clandestinamente e o risco de atletas contraírem doenças devido à pessima qualidade da água, por isso há o temor por parte de todos sobre a condição do local. A Marina da Glória será a base das competições e passou por reformas estruturais.

O Brasil nos jogos





O Brasil tem enorme tradição na vela olímpica e está no Top 10 do esporte com seis medalhas de ouro e 17 no total ficando atrás apenas do judô e do vôlei. Grande parte dessas conquistas é dividida entre dois grandes nomes do esporte: Torben Grael e Robert Scheidt que juntos somam dez medalhas além de serem bicampeões olímpicos. Torben não veleja mais, mas estará presente como coordenador técnico da equipe e sua filha Martine Grael fará a estreia da classe 49erFX ao lado de Kahena Kunze, pois a dupla é campeã mundial da classe e lidera o ranking. Scheidt que disputou as duas últimas Olimpíadas pela classe Star volta pra Laser onde foi rei e quer se despedir com mais uma medalha na conta. A equipe ainda tem Ricardo Winicki, o Bimba e Patrícia Freitas na RS:X, Jorge Zarif na Finn, Gabriel Borges e Marco Grael na 49er, Bruno Bethlem e Henrique Haddad na 470 e Samuel Albrecht na Nacra 17 ao lado de Isabel Swan, medalhista de bronze em Pequim. Outra medalhista de Pequim, Fernanda Oliveira estará competindo na 470 com Ana Barbachan e Fernanda Decnop representa o país na Laser Radial.

O astro


Os brasileiros lembram muito bem dos duelos que teve na classe Laser com Robert Scheidt nas Olimpíadas de Atlanta e Sydney quando o brasileiro venceu o inglês na primeira com o inglês dando o troco numa regata disputada e polêmica quatro anos depois. Após Sydney Ben Aisnlie mudou de classe passando para a Finn onde é tricampeão olímpico da modalidade e tetracampeão olímpico seguidamente.

Amanhã o penúltimo capítulo da série olímpica com o vôlei de quadra.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Triatlo

Na sua reta final a série sobre os esportes olímpicos traz hoje o triatlo.


O triatlo é um desafio multidisciplinar que testa os limites dos atletas. Surgiu nos Estados Unidos como parte do treinamento para os competidores do atletismo manterem a forma. Disputado desde os jogos de Sydney em 2000 consiste em três disputas de três modalidades diferentes: natação, ciclismo e corrida.

A prova tem 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Vence a prova quem completar o percurso no menor tempo possível. A prova de natação é feita em águas abertas num trajeto de 1,5 km e determinado por boias. O estilo é de preferência livre. A prova do ciclismo é feita num percurso de 40 km. Os triatletas saem da água e colocam o capacete para a disputa. A corrida de 10 km fecha o triatlo e quem vencer fica com a medalha de ouro.

O local de competições


O Forte de Copacabana será a inspiração dos triatletas rumo ao ouro. Aqui acontecerá toda a ação das provas.

O Brasil nos jogos

Diogo Sclebin competindo no evento-teste do Rio, no mês passado (Foto: Divulgação)

Pamella Oliveira (Foto: Harry How/Getty Images Sport)

O país jamais ganhou medalha no esporte desde Sydney, mesmo tendo alguns nomes de destaque como Leandro Macedo que participou da primeira edição olímpica. Nos jogos do Rio nossos representantes serão Diogo Sclebin e Pâmella Oliveira, que estiveram também nos jogos de Londres e esperam melhorar os resultados de quatro anos atrás.

Amanhã o destaque para a vela.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Tiro esportivo

A série sobre os esportes do programa olímpico traz hoje o tiro esportivo.


Presente desde a primeira edição dos jogos em 1896 o tiro esportivo é um verdadeiro teste de precisão e velocidade no manejo de uma arma de fogo. As provas são todas individuais, sendo seis no masculino e três no feminino.

As armas usadas são: pistola, pistola de ar, pistola de disparo rápido, carabina, carabina de ar e espingarda. As provas em disputa são: carabina deitado e 3 posições 50 m, carabina de ar 10 m, pistola 50 m, pistola tiro rápido de 25 m, pistola de ar 10 m, fossa olímpica, double e skeet para os homens e para as mulheres as provas são carabina 3 posições 50 m, carabina de ar 10 m, pistola 25 m, pistola de ar 10 m, fossa olímpica e skeet.

Nas provas de carabina e pistola o atleta de acordo com a característica da prova dispara em alvos variando as distâncias de 10 à 50 metros e nas posições deitado, de joelhos e em pé. A pontuação varia de 1 à 10, de acordo com a zona acertada no disparo e cada zona é dividida em dez setores, sistema usado na fase final. Nas provas de pistola de 25 m a pontuação contabiliza erros e acertos.

Nas provas de fossa olímpica, skeet e fossa double como o tiro ao prato o objetivo é acertar o maior número de pratos que são lançados ao ar numa área chamada de pedraria. Vence quem acertar mais pratos na fase final. Os pratos são lançados por máquinas eletromecânicas, não agressoras no meio ambiente e atingem velocidades de 88 km/h. Cada prato tem diâmetro de 11 cm, peso de 100 à 110 g e altura de até 2,6 cm.

As posições de tiro variam de acordo com o tipo de prova disputado: na fossa olímpica e na fossa double os atletas atiram nas cinco posições centrais no stand e alvejam pratos na trincheira. Na prova de skeet são oito as posições numeradas no stand e os pratos são lançados nas casas alta e baixa.

Equipamentos:


Além das armas os atiradores usam protetores de ouvido para mininizar o barulho do tiro e óculos com lentes que protegem os olhos.

O local de competições


No Complexo de Deodoro o Centro Olímpico de Tiro passou por pequenas reformas e os sete stands usados no Pan de 2007 foram totalmente modernizados e o stand central temporário foi construído para abrigar as fases finais.

O Brasil nos jogos

Felipe Wu é medalha de ouro no Azerbaijão (Foto: Divulgação/ISSF)

O país estreou em Olimpíadas ganhando três medalhas no tiro esportivo e nunca mais ganhou medalha. Quase 100 anos depois o país pode ganhar de novo medalha no esporte com Felipe Wu, líder no ranking da pistola de 10 metros. Apesar da irregularidade ele pode dar medalha ao país logo no primeiro dia de competição e ele ainda competirá na pistola de 50 m. O país ainda terá como representantes Júlio Almeida que competirá nas mesmas provas de Felipe Wu, Cassio Rippel na carabina deitado, Emerson Duarte na pistola tiro rápido, Renato Portela no skeet masculino, Roberto Schmits na fossa olímpica, Daniela Carraro no skeet, Janice Teixeira na fossa olímpica e Rosane Ewald na carabina de ar 10 m.

Amanhã a série fala do triatlo.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Tiro com arco

A série sobre os esportes olímpicos chega hoje ao tiro com arco.


O tiro com arco é um dos esportes mais antigos da história da humanidade. Surgiu nos primórdios da civilização como atividade de caça e guerra. Nos séculos XVI e XVII na Inglaterra virou esporte com a realização de torneios. O esporte foi introduzido nos jogos de Paris em 1900 e foi disputado até 1920 voltando em 1972.

O objetivo dos atletas é simples, mas nada fácil: acertar com a flecha o alvo que está à 70 metros de distância. Nos Jogos Olímpicos o arqueiro usa o arco recurvo que é composto por lâmina, punho e corda. Ainda é adicionado ao equipamento componentes como mira e estabilizadores. O esporte exige força, flexibilidade e nervos no lugar além de muita mira.

Cada arqueiro carrega seis flechas e nas fases iniciais tem 40 segundos para atirar suas flechas. Nas fases finais o tempo cai pela metade assim como as flechas: 20 segundos para atirar 3 flechas. A pontuação vai de 1 até 10 sendo o 10 o alvo principal localizado no círculo central. Os atletas que tiverem melhor pontuação depois de 72 flechadas avançam de fase.

Equipamentos



O arco recurvo é composto por lâminas, punho, corda e acessórios auxiliares como miras e estabilizadores. As flechas tem diâmetro máximo de 9,3 mm, só que a maioria tem diâmetro menor, de 5,5 mm e possibilitam voos mais velozes na direção do alvo. Uma vez disparadas as flechas podem atingir velocidades de 240 km/h. O alvo tem 1,22 m de diâmetro e é posicionado à 1,22 m do chão e possui dez círculos concêntricos.

O local de competições


Palco do desfile das escolas de samba o Sambódromo do Rio será palco das disputas.

O Brasil nos jogos


O Brasil nunca chegou tão esperançoso no esporte como agora. Marcus Vinícus D'Almeida é um dos 20 melhores arqueiros do mundo e principal nome do país na modalidade. Medalha de prata na Copa do Mundo e na Olimpíada da Juventude o jovem arqueiro de 18 anos fará sua estreia em olimpíadas. O país ainda terá Bernardo Oliveira, Daniel Xavier, Marcelo da Silva Costa Filho (masculino), Sarah Nikitin, Ane Marcelle dos Santos, Marina Gobbi e Michelle Terada (feminino).

A potência


A Coreia do Sul é atualmente a grande potência do esporte, pois nas últimas oito edições olímpicas o país asiático subiu no pódio em todos os eventos individuais e por equipes.

Amanhã a série fala do tiro esportivo.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Tênis de mesa

A série sobre os esportes olímpicos do programa dos jogos do Rio entra em sua reta final e hoje o destaque é para o tênis de mesa.


O Tênis de mesa ou o popular ping pong é um dos esportes mais praticados do mundo. O esporte requer que o atleta lance a bola com o auxílio de uma raquete na área da mesa do adversário passando por cima da rede para somar pontos.

As partidas são disputadas em games de 11 pontos - caso haja empate de 10 a 10 vence aquele que abrir dois pontos de vantagem. As disputas são em melhor de sete sets nos jogos de simples e cinco sets nos jogos por equipes sendo quatro sets de simples e um de duplas.

O atleta marca pontos quando o adversário lança a bola pra fora da mesa ou a bola não passar da rede, não alcançar a bola após a mesma ter batido em seu lado da mesa e colocar a mão livre na mesa. O saque é alternado a cada dois pontos e a cada ponto quando o placar for de 10 a 10 e nas duplas os jogadores se revezam entre si não só no serviço, mas a cada rebatida na bola.

Os equipamentos 


A bola tem peso de 2,7 g e diâmetro de 40 mm é feita de plástico e pode ser branca ou laranja, já a raquete é feita sobretudo de madeira e conta com uma cobertura de borracha que faz com que os golpes tenham efeitos e precisam ser de cores diferentes: vermelho vivo e preto.

O local de competições


No Riocentro o Pavilhão 3 será a sede dos jogos e suas instalações contam com quatro mesas oficiais de competição.

O Brasil nos jogos

Hugo Calderano, tênis de mesa Jogos Pan-Americanos Toronto 2015 (Foto: Divulgação/ITTF)

O país terá seis representantes na disputa. Hugo Calderano, 46º melhor mesatenista do mundo tem boas condições para conquistar medalha. Ouro no Pan de Toronto ano passado ele fará sua estreia em Olimpíadas em casa. A equipe brasileira ainda terá Gustavo Tsuboi que jogará em simples e equipe e Cazuo Matsumoto nos jogos por equipe e entre as mulheres nossas representantes serão Gui Lin, Bruna Takahashi e Caroline Kuhamara.

A potência


Os países asiáticos são grandes potências, em especial a China que ganhou 24 das 28 medalhas de ouro olímpicas desde 1988. Apenas o sueco Jan Owe Valdner em Barcelona 1992 interrompeu a hegemonia chinesa.

Amanhã o tiro com arco.

domingo, 24 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Tênis

A série sobre os esportes olímpicos segue e hoje é dia do tênis.


O tênis é esporte olímpico desde Atenas 1896, saiu e voltou a ser esporte olímpíco nos jogos de Seul 1988. Inventado na França no século XII o tênis foi evoluindo ao longo dos séculos. É disputado em jogos de simples e duplas masculino e feminino além das duplas mistas.

Sua pontuação é distinta. Começa com 15, 30 e vai até 40. Vence um game o tenista que fizer o ponto seguinte. Caso haja igualdade em 40- 40 o jogador precisa fazer dois pontos seguidos para vencer o game. As partidas tem duração de três sets exceto a final masculina em melhor de cinco sets.

Se um set empatar em 6 - 6 haverá a disputa de um tie break, game de desempate em melhor de sete pontos e requer vantagem mínima de dois pontos. No terceiro set de cada jogo e na final não tem tie break, o jogo segue até que um jogador obtenha dois games de vantagem.

No saque quem vence o sorteio decide se começa sacando ou recebendo a bola. Deve começar sempre à direita da linha do centro da quadra e a bola deve quicar no lado oposto da quadra adversária, é o saque cruzado. O jogador tem direito à dois saques a cada ponto, sendo que o primeiro costuma ser um golpe arriscado e o segundo mais conservador, porque precisa colocar a bola dentro, caso contrário ocorre a dupla falta e o ponto vai de bandeja pro adversário.

Equipamentos

As bolas são feitas de borracha e pesam de 56 à 59 g.O seu segredo é uma explosão que faz com que a bola quique mais rápido, graças à uma pastilha de nitrogênio que é aquecida e estoura dentro da bola fazendo o efeito do quique. A raquete é feita de materiais variáveis do carbono, diferente das cordas que são feitas de tripa natural e usadas pela maioria dos tenistas profissionais. O seu comprimento é de 73,7 cm, largura de 31,7 cm e peso de 300 g. A rede possui cabos de sustentação nas laterais da quadra que mede 1,07 de altura e mais baixa no centro da quadra com 0,94 m.

O local de competições


Inaugurado em dezembro de 2015 o Centro Olímpico de Tênis conta com 16 quadras, sendo algumas temporárias e a estrutura da quadra central é permanente e será um dos principais legados dos jogos.

O Brasil nos jogos

Marcelo Melo e Bruno Soares na Copa Davis 2016 (Foto: Cristiano Andújar / CBT)

O Brasil vai ser representado nos jogos de simples com Thomaz Belucci e Rogério Dutra no masculino e com Teliana Pereira que jogará também nas duplas com Paula Gonçalves. Nossas esperanças estão na dupla formada por Marcelo Melo e Bruno Soares que já foram número 1 com parceiros diferentes.

Os astros

Roger Federer, Wimbledon, tênis (Foto: Getty Images)

O medo da zika afastou alguns tenistas como o canadense Milos Raonic, o alemão Tomas Berdych e a romena Simona Halep. Por outro lado grandes nomes como os suíços Roger Federer e Stan Wawrinka, o espanhol Rafael Nadal, o britânico Andy Murray e o número 1 do mundo Novak Djokovic estão garantidos assim como a americana Serena Williams, número 1 no ranking da WTA.

Amanhã o destaque para o tênis de mesa.

sábado, 23 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Taekwondo

A série sobre os esportes olímpicos segue e hoje é dia do taekwondo.


Arte marcial criada e desenvolvida na Coreia o taekwondo significa "caminho dos pés e das mãos". O esporte faz parte do programa desde os jogos de Sydney e aqui as armas são braços e pernas. As lutas são garantia de chutes precisos e poderosos cheios de plasticidade.

As lutas são disputadas em três rounds que tem duração de dois minutos com um minuto de intervalo entre eles. O objetivo é acertar o oponente nas áreas vermelhas e azuis e cada golpe vale um ponto. Se o atleta conseguir encaixar um giratório vale dois pontos e se o chute for na cabeça vale três pontos ou quatro se for giratório. Um atleta pode vencer o combate em quatro maneiras: pela soma do maior número de pontos, nocaute no oponente, atingindo uma diferença de 12 pontos e desclassificação do adversário.

Nas lutas é proibido usar o joelho, empurrar, segurar, bater abaixo da cintura e acertar o adversário caído no chão. Essas infrações são passíveis e poem ocasionar em punições.

O local de competições


A Arena Carioca 3 no parque Olímpico será o palco das lutas da modalidade e após a Olimpíada será um ginásio experimental olímpico que vai atender 850 crianças.

O Brasil nos jogos

Venilton Teixeira; Taekwondo; Amapá (Foto: Reprodução/Facebook)

Na história olímpica brasileira o país tem uma medalha: bronze com Natália Falavigna nos jogos de Pequim em 2008. Na edição de 2016 o pais terá quatro representantes: Maicon Siqueira (categoria acima de 80 kg) e Venilton Teixeira (até 58 kg) e entre as mulheres as representantes serão Iris Sing (até 49 kg) e Júlia Vasconcelos (até 57 kg).

Amanhã destaque para o tênis.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Por dentro dos jogos Rio 2016: Saltos Ornamentais

A série sobre os esportes olímpicos prossegue e hoje é dia dos saltos ornamentais.



Os saltos ornamentais são o conjunto de habilidades que envolvem saltar de alturas elevadas até a água. Nas competições oficiais as disputas acontecem na plataforma de 10 metros e no trampolim de 3 metros.

Os homens saltam seis e as mulheres cinco vezes e são avaliados através dos quesitos: apresentação, aproximação, saída, execução e entrada na água. As mãos e braços alinhados acima da cabeça são as primeiras partes a entrarem na água, já na entrada em pé o atleta deve furar a água com a ponta dos dedos do pé.

Na pontuação sete juízes dão notas de 0 a 10 e nas sincronizadas são 11 os juízes. A mais alta e a mais baixa são descartadas, as restantes são somadas e multiplicadas pelo grau de dificuldade dos saltos. Os movimentos são analisados nos mínimos detalhes e qualquer falha leva o saltador a perder pontos.

A piscina tem profundidade de 5 metros e jatos d'água são lançados constantemente na superfície da piscina para agitar a superfície e orientar os atletas durante o salto.

O local de competições


O Parque aquático Maria Lenk será a sede das provas de saltos ornamentais.

O Brasil nos jogos

Ingrid Oliveira no Fluminense, onde treina (Foto: Reprodução)



O Brasil terá nove representantes na modalidade. O brasiliense César Castro irá competir pela quarta vez em Olimpíadas no trampolim de 3 metros. Hugo Parisi, Ian Matos, Jackson Rondinelli e Luiz Felipe Outerelo serão os outros representantes no masculino. Entre as mulheres a veterana Juliana Veloso vai disputar sua quinta Olimpíada em duas provas, Giovana Pedroso, Tammy Galera e Ingrid Oliveira, estreante em Olimpíada serão nossas representantes.

A estrela e os astros do passado


O britânico Tom Daley é o grande nome na atualidade. A modalidade teve no passado nomes como o italiano Klaus Dibiasi, tricampeão olímpico, o americano Greg Louganis, bicampeão olímpico e entre as mulheres as chinesas Guo Jingjing e Fu Mingxia.

Amanhã destaque para o taekwondo.