terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Outro acidente com carro alegórico marca definitivamente o carnaval carioca de 2017

O Carnaval carioca de 2017 vai ficar marcado negativamente pelos acidentes com carros alegóricos, primeiro com o carro da Paraíso do Tuiuti e agora com o carro da Unidos da Tijuca.

Pablo Jacob/Ag. O Globo



Integrante da Unidos da Tijuca é socorrida pelos bombeiros: segundo acidente em dois dias 

O acidente foi com o segundo carro alegórico logo no início do desflile quando parte da alegoria cedeu e atingiu vários integrantes. 20 pessoas foram atendidas e 12 ficaram feridas, 2 delas em estado grave. O acidente comprometeu a escola que ficou parada por 25 minutos e prejudicou a evolução. E não foi só a Tijuca que teve problemas. Um carro alegórico da União da Ilha ficou preso deixando buracos assim como um outro carro da Mangueira.

Márcio Mercante/Ag. O Dia e Márcio Alves/Ag. O Globo



"Contam… que o governante de um país. Dançava as noites tão feliz. E brincava mascarado. Do zum zum do carnaval. Bailou… como o astro-rei de um poema", diz trecho do enredo "Onisuáquimalipanse” (Envergonhe-se quem pensar mal disso) Márcio Alves / Agência O Globo

União da Ilha trouxe o candomblé e São Clemente trouxe o baile na Corte num desfile colorido

Fora isso a segunda noite do Grupo Especial carioca teve de tudo. A União da Ilha abriu a segunda noite de desfiles trazendo o candomblé de Angola, mas o problema com um de seus carros alegóricos deve fazer a escola perder pontos em evolução. Um baile na corte de Luís XIV, o Rei Sol foi tema do enredo da São Clemente que fez um desfile leve e colorido sob a assinatura da carnavalesca Rosa Magalhães.

Alexandre Cassiano/Ag. o Globo e Alexandre Durão/G1

Um Aladim sobrevoando a Avenida em um tapete voador - na verdade um aeromodelo sustentado por drone - ditou o tom da aposta da Mocidade para o terceiro desfile já na madrugada desta terça-feira: um verdadeiro teatro de ilusões Alexandre Cassiano / Agência O Globo



Um Aladin com seu tapete voou pela Sapucaí no desfile da Mocidade em contraste com o choro de um dos componentes da Unidos da Tijuca que corre sério risco de rebaixamento

As tradições do Marrocos foi tema do enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel. O destaque ficou para a comissão de frente da escola que trouxe um tapete voador e vários homens vestidos de beduínos. A Unidos da Tijuca falou da influência da música americana, mas isso ficou pra segundo plano devido ao acidente.

Maíra Coelho/Ag. O Dia e Mônica Imbuzeiro/Ag. O Globo



O desfile da Mangueira

Portela e Mangueira empolgaram em seus desfiles, mas um problema na evolução pode afastar a verde e rosa da briga pelo bicampeonato

A Portela trouxe pra avenida os mitos e lendas da água doce no segundo carnaval de Paulo Barros. Fechando o desfile a Mangueira, atual campeã cantando os santos e orixás das regiões brasileiras numa procissão de cores e sons para mostrar mistura e a espiritualidade do país. No fim do desfile o povo foi pra avenida fechando um desfile que entra pra história da forma negativa. A apuração será nesta quarta feira e pelo menos cinco escolas são candidatas ao título.

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