25 anos do tetra: A Copa que ficou marcante na história do Brasil

Kleber Nunes
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Nesta quarta uma das conquistas emblemáticas de nosso futebol comemora um quarto de século. 




Em que pese os questionamentos à seleção, a dupla Bebeto e Romário foi um caso à parte. Esbanjando sintonia em campo, os dois conquistaram a torcida e foram um sucesso de popularidade Foto: Ivo Gonzalez / Agência O Globo





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O gol sobre os suecos foi o quinto e último de Romário na Copa. Se não foi o artilheiro, o camisa 11 deixou os Estados Unidos como o craque da Copa. Muito melhor Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo



Romário não marcou mais com a bola rolando. Mas ainda balançaria as redes uma última vez na disputa de pênaltis, contra a Itália. Na decisão da Copa, que terminou em 0 a 0, quem perdeu o pênalti foi Roberto Baggio Foto: Aníbal Philot / Agência O Globo






Há 25 anos atrás o Brasil era tetracampeão mundial de futebol ao conquistar a Copa do Mundo nos Estados Unidos. Foram 24 anos de frustrações até chegar ao momento máximo. Desde o tricampeonato em 1970 no México o torcedor brasileiro não comemorava uma conquista desse porte. A seleção brasileira dirigida por Carlos Alberto Parreira passou por muitas provações: nas eliminatórias o Brasil sofreu sua primeira derrota para a Bolívia na altitude de La Paz e perigava ficar de fora da Copa pela primeira vez, foi quando o baixinho Romário foi chamado e no jogo final contra o Uruguai fez os dois gols que classificaram a seleção pra disputar a Copa. A campanha foi aos trancos e barrancos. Na primeira fase vitórias sobre Rússia e Camarões e empate com a Suécia. No jogo das oitavas contra os anfitriões em pleno feriado de 4 de julho o Brasil passou por um enorme sufoco e um passe mágico de Romário e o gol salvador de Bebeto levaram a seleção para as quartas e contra a Holanda um show de bola brasileiro e uma vitória suada de 3 x 2 levaram a seleção para a semifinal onde enfrentou a Suécia e um gol de cabeça do baixinho levava a seleção para a final. E então veio o dia da final. Sob o calor escaldante da Califórnia Brasil e Itália decidiram a Copa 94 no Rose Bowl. Foram 120 minutos em que o Brasil teve melhor preparo físico, mas não conseguiu marcar e então o jogo foi para a decisão por pênaltis. Na primeira cobrança italiana Franco Baresi, o capitão italiano isolou chutando pra fora, aí Márcio Santos teve a chance, mas Pagliuca defendeu. Albertini fez o primeiro com Romário empatando, Evani e Branco também converteram e então Taffarel se agiganta e defende o pênalti de Massaro. Dunga cobrou e o Brasil estava na frente e a cobrança final italiana caiu nos pés de Roberto Baggio que isolou e o Brasil era tetra. A conquista foi dedicada ao tricampeão Ayrton Senna que morreu dois meses antes em Ímola. Dunga ergueu a taça com raiva por conta das críticas feitas pela imprensa brasileira xingando fotógrafos brasileiros. Pra mim a copa de 94 foi marcante e inesquecível porque vi pela primeira vez o Brasil campeão e até hoje tenho um álbum de fotos que fiz com os jornais que coletei na época. Passados 25 anos o país vive um outro jejum, o do hexa, ainda mais depois de um 7 x 1 acho complicado chegar ao hexa em 2022 ou se não 2026 a história possa se repetir, espero que não.

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1Comentários

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  1. Olá, tudo bem? Eu assisti a essa Copa....Eu acompanhei pela Band. Luciano do Valle narrou a grande final. Abs, Fabio www.blogfabiotv.blogspot.com.br

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