terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Retrospectiva 2014: Do Pibinho à recessão técnica, como comportou a economia

A retrospectiva 2014 prossegue e hoje é dia de falarmos de economia. O primeiro mandato de Dilma se encerra com desempenho pífio e o PIB virou Pibinho.

Os novos hits tecnológicos do ano



Relógio conectado a um smartphone, uma das inovações do ano na área da tecnologia

Em matéria de tecnologia 2014 apresentou grandes novidades na área tecnológica. O ano nos apresentou o surgimento de relógios inteligentes, os smartwatches. Os microsmartphones de pulso foram mania e os fabricantes como a Motorola e LG que lançaram os modelos Moto 360 e o LG Watch R, mas o único pecado é que eles funcionam com bateria beta, que enfraquece rapidamente. Já os smartphones com sistema Android foram sensações e se tornaram grandes. Este ano a Apple lançou o modelo iPhone 6 com tela de 4,7 polegadas e a versão Plus com tela de 5,5 polegadas. O Facebook seguiu sua expansão e comprou o aplicativo WhatsApp por US$ 19 bilhões e dois aplicativos deram adeus ao mundo virtual: o MSN Messenger migrou para os smartphones para a plataforma Skype e o Orkut acabou migrando para o Google +. A rede social surgida em 2004 era líder até a explosão do Facebook em 2011.

A refinaria problema





Caso Pasadena foi mau negócio na opinião de Graça Foster: Refinaria deu problema e foi apenas o começo de uma fase ruim que culminou com o Petrolão

Antes mesmo de estourar o Petrolão houve o escândalo da Refinaria de Pasadena que deu muita dor de cabeça ao governo. Na avaliação de Graça Foster, presidente da Petrobras a compra feita em 2006 foi um bom negócio, mas em audiência na Câmara dos Deputados contradisse tudo e concluiu que não foi um bom negócio. Aliás o Petrolão não só causou prejuízos enormes como também fez com que a Petrobras sempre adiasse a divulgação de seus balanços. Num desses prazos não foi divulgado o balanço do terceiro trimestre pois a petrolífera não cumpriu determinação da Comissão de Valores Imobiliários.

FATO DO ANO: O país que não cresce nem murcha



O Brasil entrou em 2014 com expectativa de reverter o baixo PIB, mas o que se viu durante o ano foi um ano tenso com o mercado desconfiado e o país passou boa parte do ano na chamada recessão técnica. O PIB começou o ano em queda (0,2% no primeiro trimestre e chegou a 0,1% no terceiro trimestre). O real que completou 20 anos passou boa parte de 2014 desvalorizado frente ao dólar, causado pela crise argentina. Outro fator dessa crise foi as constantes quedas de ações no Ibovespa. E os índices oscilavam na medida que Dilma Rousseff subia nas pesquisas. E a solução encontrada por Dilma foi anunciar uma troca de ministros. Pra piorar a inflação atingiu o teto da meta estabelecida, 6%. A Taxa Selic, taxa básica de juros fecha 2014 nos 11% ao ano

Fim da linha para Guido Mantega

Guido Mantega

Guido Mantega ocupava o cargo de ministro desde 2006 e agora sai de cena depois de nove anos

Durante 9 anos ele mandou e desmandou na economia brasileira, mas no próximo dia 31 de dezembro Guido Mantega entrará pra história como o mais longevo ministro da Fazenda da história recente do país.

Chega um especialista para cuidar da economia



Joaquim Levy chega com a missão de fazer o país voltar a crescer

Para ocupar o lugar de Guido Mantega a presidenta Dilma escolheu Joaquim Levy que será o novo ministro da Fazenda com Nelson Barbosa no Planejamento e Alexandre Tombini mantido no comando do Banco Central. A missão do trio é fazer o país voltar a crescer. Dilma termina o primeiro mandato com índices inexpressivos no comando da economia com PIB fraco e inflação alta.

A retrospectiva prossegue amanhã com os destaques nacionais.

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